Formação em Metrologia

Os cursos de formação em Metrologia são uma proposta sequencial de 4 cursos de modo a formar metrologistas industriais e laboratoriais. Eles estão estruturados de forma a capacitar de forma gradativa do nível básico até a visão de aplicação aos processos metrológicos industriais e laboratoriais. Um curso pode ser feito independente e fora da sequência porém é imprescindível que o participante tenha os conhecimentos dos cursos anteriores.

PÚBLICO ALVO

  • Metrologistas;
  • Inspetores;
  • Técnicos de laboratórios de calibração e ensaios;
  • Analistas da qualidade;
  • Supervisores e Eng. da qualidade;
  • Responsáveis por avaliação de fornecedores de equipamentos e serviços de metrologia;
  • Responsáveis pela aprovação de certificados de calibração;
  • Responsáveis técnicos por resultados de medição, calibração e ensaios.

CURSOS OFERECIDOS

Objetivo: Capacitar os participantes nas técnicas para a realização de medições consistentes e que gerem resultados tecnicamente válidos, atendendo aos requisitos de normas como NBR ISO 9001, NBR ISO/IEC 17025, ISO/TS 16949 e outras.

 

Conteúdo programático: 

  • Introdução – Importância da Metrologia
  • Sistema Internacional de Unidades
  • Terminologia – Conceitos de Metrologia
    • Calibração e Ajustes de Instrumentos de Medição
  • Fundamentos de Estatística
  • Identificação do “Status” da Calibração dos instrumentos
  • Intervalos de Calibração
  • Gestão da Metrologia
  • Rastreabilidade Metrológica
  • Elaboração de Procedimentos
  • Seleção do Instrumento de Medição
  • Análise da Conformidade do Produto
  • Importância da Metrologia na ISO 9001, 14001, 17025 e 16949
  • Resumo dos Aspectos Metrológicos da ISO 10012:2004
  • Conteúdo Mínimo dos Certificados de Calibração e Relatórios de Ensaio
  • O Sistema Metrológico Brasileiro
  • Referências Bibliográficas

 

Carga horária mínima: 20h

Objetivo: Capacitar os participantes nos fundamentos teóricos e práticos necessários à calibração e certificação de instrumentos de medição e de padrões, nas áreas de força, pressão, temperatura, dimensional, massa entre outras, segundo requisitos exigidos pelas normas NBR ISO/TS 16949, NBR ISO 9001/ISO 10012 e da ABNT NBR ISO/IEC 17025.

 

Conteúdo programático:

  • Terminologia: Calibração, ajuste, erro de indicação, tendência, correção e incerteza de medição
  • Calibração de instrumentos de medição e padrões
  • Recomendações para otimização de processos de calibração
  • Cuidados na seleção dos instrumentos de medição/padrões usados nas calibrações
  • Como assegurar rastreabilidade metrológica – Quem pode calibrar
  • Elaboração de procedimentos de calibração – Conteúdo indispensável – Apresentação de exemplos
  • Validação do procedimento de Calibração
  • Documentação dos resultados da calibração
  • Introdução ao cálculo da incerteza
  • Análise dos resultados dos certificados de calibração x Critérios de aceitação estabelecidos para os
    instrumentos de medição/padrões
  • Condições ambientais recomendadas para calibrações
  • Correção de erros devido ao instrumento de medição e devido à influência de grandezas externas
    (temperatura, umidade, tempo, etc.)
  • Intervalos de calibração de instrumentos de medição/padrões : como defini-los e como alterá-los
  • Exercícios em sala de aula
  • Trabalhos práticos de calibração em laboratórios


Carga horária: 24h

Objetivo: Capacitar os participantes na técnica de determinação da incerteza em medições e calibrações de instrumentos e padrões fundamentados em recomendações dos “Guias para a Expressão da Incerteza de Medição” das instituições internacionais ISO, IEC, BIPM, OIML, EA, NAMAS/UKAS e INMETRO.

 

Conteúdo programático:

  • O que é incerteza segundo o “Guide to the Expression of Uncertainty in Measurement” – (ISOGUM – 1995)
    (NIS 3003), (EA 4/02), e NIT-DICLA 021 – INMETRO
  • Terminologia – Vocabulário Internacional de Metrologia (ISO-VIM) e Guia para a Expressão da Incerteza de
    Medição (ISO-GUM)
  • Procedimento para determinação da incerteza segundo ISO-GUM e outros
  • Efeitos sistemáticos e efeitos aleatórios
  • Avaliação “tipo A” e “tipo B” da incerteza
  • Incerteza padrão, Incerteza combinada, Incerteza expandida, Fator de abrangência
  • Coeficiente de sensibilidade – para que serve e como determiná-lo
  • Fontes de incerteza – como identificá-las e quantificá-las
  • Conceitos básicos de estatística
    • Funções determinísticas
    • Funções aleatórias
    • Espaço amostral
    • Frequência relativa
    • Função densidade de probabilidade
    • Distribuição de probabilidade (normal, retangular, triangular e outras)
    • Valor esperado
    • Amostra versus população
    • Coeficiente de Student
    • Graus de liberdade
    • Grandezas correlacionadas e não correlacionadas
  • O processo de avaliação de incerteza em medições diretas
  • O processo de avaliação de incerteza em medições indiretas (envolvendo expressões matemáticas)
  • Interpretação de certificados de calibração e uso correto dos resultados
  • Como avaliar a conformidade do produto medido ou ensaiado, considerando a incerteza de medição
  • Exemplos de determinação da incerteza do resultado em medições, ensaios e calibrações
  • Exercícios em sala de aula, envolvendo diversas grandezas e tipos de ensaios

Carga horária mínima: 20h

Objetivo: Capacitar os participantes na técnica para determinação da incerteza de medição em ensaios, fundamentados em recomendações dos “Guias para a Expressão da Incerteza de Medição” das instituições internacionais ISO, EURACHEM e INMETRO.

 

Conteúdo programático:

  • O que é incerteza, segundo o “Guide to the Expression of Uncertainty in Measurement” – (ISO-GUM – 2008)
    e o Guide CG 4 – Quantifying Uncertainty in Analytical Measurement (EURACHEM / CITAC – 2012)
  • Terminologia – Vocabulário Internacional de Metrologia (ISO-VIM) e Guias para a Expressão da Incerteza
    de Medição (ISO-GUM e EURACHEM)
    • Efeitos sistemáticos e efeitos aleatórios
    • Avaliação “tipo A” e “tipo B” da incerteza
    • Incerteza padrão
    • Incerteza padrão combinada
    • Fator de abrangência
    • Incerteza expandida
    • Coeficiente de sensibilidade – para que serve e como determiná-lo
    • Fontes de incerteza – como identificá-las e quantificá-las
    • Graus de liberdade
    • Coeficiente de Student
    • Grandezas correlacionadas e não correlacionadas
  • Conceitos básicos de estatística
    • Funções determinísticas
    • Funções aleatórias
    • Espaço amostral
    • Frequência relativa
    • Função densidade de probabilidade
    • Distribuição de probabilidade (normal, retangular, triangular e outras)
    • Valor esperado
    • Amostra versus população
  • Procedimento para determinação da incerteza
  • O processo de avaliação de incerteza em medições diretas
  • O processo de avaliação de incerteza em medições indiretas (envolvendo expressões matemáticas)
  • Incerteza da interpolação em curvas de calibração
  • Interpretação de certificados de calibração e uso correto dos resultados
  • Apresentação de resultados – Como arredondar e compatibilizar
  • Como avaliar a conformidade do produto ensaiado, considerando a incerteza de medição
  • Exemplos de determinação da incerteza dos resultados de ensaios
  • Exercícios em sala de aula, envolvendo diversos tipos de ensaios

 

Carga horária mínima: 20h

CALIBRAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO 

 

Objetivo: Capacitar os participantes nos fundamentos teóricos e práticos necessários à calibração e certificação de instrumentos de medição e de padrões, nas áreas de força, pressão, temperatura, dimensional, massa entre outras, segundo requisitos exigidos pelas normas NBR ISO/TS 16949, NBR ISO 9001/ISO 10012 e da ABNT NBR ISO/IEC 17025.

 

Conteúdo programático:

  • Terminologia: Calibração, ajuste, erro de indicação, tendência, correção e incerteza de medição
  • Calibração de instrumentos de medição e padrões
  • Recomendações para otimização de processos de calibração
  • Cuidados na seleção dos instrumentos de medição/padrões usados nas calibrações
  • Como assegurar rastreabilidade metrológica – Quem pode calibrar
  • Elaboração de procedimentos de calibração – Conteúdo indispensável – Apresentação de exemplos
  • Validação do procedimento de Calibração
  • Documentação dos resultados da calibração
  • Introdução ao cálculo da incerteza
  • Análise dos resultados dos certificados de calibração x Critérios de aceitação estabelecidos para os instrumentos de medição/padrões
  • Condições ambientais recomendadas para calibrações
  • Correção de erros devido ao instrumento de medição e devido à influência de grandezas externas (temperatura, umidade, tempo, etc.)
  • Intervalos de calibração de instrumentos de medição/padrões : como defini-los e como alterá-los
  • Exercícios em sala de aula
  • Trabalhos práticos de calibração em laboratórios.

 

CÁLCULO DA INCERTEZA DE MEDIÇÃO 

 

Objetivo: Capacitar os participantes na técnica de determinação da incerteza em medições e calibrações de instrumentos e padrões fundamentados em recomendações dos “Guias para a Expressão da Incerteza de Medição” das instituições internacionais ISO, IEC, BIPM, OIML, EA, NAMAS/UKAS e INMETRO.

 

Conteúdo programático: 

  • O que é incerteza segundo o “Guide to the Expression of Uncertainty in Measurement” – (ISOGUM- 1995), (NIS 3003), (EA 4/02), e NIT-DICLA 021 – INMETRO
  • Terminologia – Vocabulário Internacional de Metrologia (ISO-VIM) e Guia para a Expressão da
  • Procedimento para determinação da incerteza segundo ISO-GUM e outros
  • Efeitos sistemáticos e efeitos aleatórios
  • Avaliação “tipo A” e “tipo B” da incerteza
  • Incerteza padrão, Incerteza combinada, Incerteza expandida, Fator de abrangência
  • Coeficiente de sensibilidade – para que serve e como determiná-lo
  • Fontes de incerteza – como identificá-las e quantificá-las
  • Conceitos básicos de estatística
    • Funções determinísticas
    • Funções aleatórias
    • Espaço amostral
    • Freqüência relativa
    • Função densidade de probabilidade
    • Distribuição de probabilidade (normal, retangular, triangular e outras)
    • Valor esperado
    • Amostra versus população
    • Coeficiente de Student
    • Graus de liberdade
    • Grandezas correlacionadas e não correlacionadas
  • O processo de avaliação de incerteza em medições diretas
  • O processo de avaliação de incerteza em medições indiretas (envolvendo expressões matemáticas)
  • Interpretação de certificados de calibração e uso correto dos resultados
  • Como avaliar a conformidade do produto medido ou ensaiado, considerando a incerteza de medição
  • Exemplos de determinação da incerteza do resultado em medições, ensaios e calibrações
  • Exercícios em sala de aula, envolvendo diversas grandezas e tipos de ensaios


Carga horária: 40h

Objetivo: Aprimorar e estender a formação dos participantes na temática avaliação da incerteza de medição, focando em processos de medição complexos ou que apresentem particularidades tais que tornem desaconselhável sua avaliação pelos métodos convencionais e simplificados.

 

Pré-requisito:

Ter realizado o curso PFM 3 – Incerteza de Medição.

 

Conteúdo programático:

Revisão de conceitos:

  • Conceito de incerteza de medição
  • Guia ISO para Avaliação para a Expressão da Incerteza de Medição (ISO-GUM)
  • Procedimento teoricamente correto e procedimento simplificado (solução tabelada, sem formular da equação de medição e sem considerar as correlações)
  • Limitações de ambos os procedimentos

 

Formulação da equação de medição

  • Metodologia para formular a equação de medição em processos de medição reais
  • Exemplos
  • Exercício: formular a equação de medição para um caso da prática industrial

 

Casos com correlação entre duas ou mais variáveis de influência

  • Identificação da existência de correlações em processos de medição reais
  • Efeitos da correlação na incerteza combinada
  • Exemplos
  • Exercício: estimar a incerteza de medição considerando o efeito das correlações e sem considerar o efeito das correlações – discussão dos resultados

 

Método da simulação de Monte Carlo

  • Fundamentos da simulação de Monte Carlo e aplicação à avaliação da incerteza de medição
  • Suplemento 1 do GUM – Métodos Numéricos para Propagação de Distribuições
  • Uso do Excel para simulação de Monte Carlo
  • Exemplos
  • Exercício: estimar a incerteza de medição usando simulação de Monte Carlo e pelo método dos coeficientes de sensibilidade – discussão dos resultados

 

Consultas dos participantes e discussão de encerramento.

 

Metodologia: Teórica-prática, com exercícios resolvidos pelos próprios participantes com apoio de computadores QUE DEVEM SER TRAZIDOS PELOS PARTICIPANTES.

 
Carga horária: 20h

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