Medição por Coordenadas

Os cursos de Medição por Coordenadas visam instruir profissionais na tecnologia de medição por coordenadas. Ele está estruturado de forma a capacitar gradativamente de um nível básico até um nível que permita a aplicação das máquinas de medir por coordenadas na avaliação de tolerâncias geométricas de desenhos mecânicos, bem como estimar suas incertezas de medição. Um curso pode ser feito independente e fora da sequência, porém é imprescindível que o participante tenha os conhecimentos dos cursos anteriores.

PÚBLICO-ALVO

Operadores e programadores de máquinas de medir por coordenadas; 

Analistas e Engenheiros da Qualidade atuantes na medição por coordenadas;

Responsáveis técnicos pelas medições com máquinas de medir por coordenadas;

CURSOS OFERECIDOS

Objetivo: Possibilitar aos participantes o entendimento básico e essencial para o planejamento, definição de estratégias,
preparação, programação, execução, avaliação e elaboração de documentação do processo de medição
utilizando a Tecnologia de Medição por Coordenadas

 

Pré-requisitos:

  • Conhecimentos básicos sobre máquinas de medir por coordenadas e geometria básica.

 

Conteúdo programático:

  • Introdução
  • A Medição por Coordenadas na Manufatura Atual
  • Aspectos Fundamentais e Avançados da Tecnologia de Medição por Coordenadas
    • Fundamentos da tecnologia
    • A tecnologia de medição por coordenadas
    • Acessórios para a medição por coordenadas
    • Recursos atuais dos softwares de medição por coordenadas
    • Perspectivas para a tecnologia de medição por coordenadas
  • Medindo com a Máquina de Medir por Coordenadas
    • Limpeza; Estabilização térmica; Inicialização das escalas; Qualificação dos apalpadores; Fixação da peça; Determinação do sistema coordenado inicial; Execução do programa de medição CNC; Interpretando o relatório de medição.
  • A Confiabilidade Metrológica na Medição por Coordenadas
  • Fatores Perturbadores da Confiabilidade Metrológica
    • A máquina de medir; O ambiente de medição; Os operadores; A peça a medir; A estratégia de medição.
  • Elaborando um Programa de Medição CNC
    • Medição CNC versus medição manual
    • Pré-requisitos
    • Planejamento da medição
    • Elaborando um programa de medição CNC
    • Validação de processos de medição por coordenadas
  • Ações Preventivas para a Garantia da Confiabilidade dos Processos de Medição por Coordenadas
    • Pré-requisitos para uma medição confiável
    • Manutenção preventiva e corretiva
    • Garantia da rastreabilidade nas medições
  • Parte Experimental
    • Execução de diversos programas de medição em tridimensional.
    • Análise dos resultados

 

Carga horária: 24h

Conteúdo programático:

  • Introdução
    • A importância da linguagem GD&T no desenvolvimento de produtos e processos
    • Custos relacionados com falhas ou desentendimentos na linguagem GD&T
    • Benefícios resultantes da utilização da linguagem GD&T
  • Tolerâncias dimensionais e relação com as tolerâncias geométricas
    • Ajustes dimensionais – normas ISO 286-1 e ISO 286-2
    • Princípios fundamentais: Princípio da Independência e Princípio do Envelope
    • Associação com calibradores passa – não passa
    • Diferenças entre as normas ISO 8015, ASME Y14.5M e DIN 7167
  • Regras para representação dos elementos geométricos
    • Principais normas relacionadas à temática GD&T – normalização ISO, ASME e NBR
    • Diferenças de representação entre as normas
    • Representação de elementos integrais e derivados
    • Unidades de medida
    • Tolerâncias restritas
  • Referências e sistemas de referência (datums)
    • Conceito fundamental – graus de liberdade
    • Seqüência das referências – primária, secundária e terciária
    • Representação das referências no desenho técnico
    • Referência simulada
    • Locais de referência (“datum targets”)
  • Modificadores da condição de material
    • Conceitos de Máximo Material (MMC) e Mínimo Material (LMC): para que se aplicam?
    • Bônus de tolerância e Mobilidade
    • Tolerância Zero MMC
    • Condição virtual – intercambiabilidade e montagem
    • Associação com calibradores funcionais
    • Condição de Independência do Elemento Dimensional (RFS)
  • Tolerâncias geométricas: forma, orientação, localização, perfil e batimento
    • Simbologia e diferenças de interpretação – ISO 1101 e ASME Y14.5M
    • Dimensão teoricamente exata ou dimensão básica
    • Decodificação do quadro de tolerâncias
    • Conceito essencial: interpretação da zona de tolerância
    • Tolerâncias de forma: retitude, planeza, circularidade, cilindricidade
    • Tolerâncias de orientação: paralelismo, perpendicularidade, inclinação
    • Tolerâncias de localização: posição, concentricidade e coaxialidade, simetria
    • Tolerância de perfil: perfil de linha qualquer, perfil de superfície qualquer
    • Tolerância de batimento: circular e total
    • Inspeção de características geométricas
  • Tolerâncias de posição
    • Cotas lineares bidirecionais versus tolerância de posição cilíndrica
    • Posição de uma cadeia de elementos
    • Posição entre elementos de uma cadeia com ou sem referência especificada
    • Tipos de parâmetros controlados pela tolerância de posição – diferenças ISO e ASME
    • Tolerância de posição bidirecional
    • Tolerâncias de posição combinadas
  • Conceitos adicionais
    • Zona de tolerância projetada
    • Condição de estado livre
    • Zona de tolerância comum
    • Tolerâncias Gerais
  • Exercícios práticos diversos de interpretação em desenhos mecânicos

 

Carga horária: 16h

Objetivo: Permitir o entendimento do processo de medição de tolerâncias representadas com a linguagem padronizada de GD&T/GPS e sua avaliação utilizando a Tecnologia de Medição por Coordenadas.

 

Público-alvo:

  • Operadores e programadores de tridimensional
  • Analistas e Engenheiros da Qualidade atuantes na medição por coordenadas
  • Coordenadores, gerentes e responsáveis técnicos pelas medições com máquinas de medir por coordenadas

 

Pré-requisitos:

  • Conhecimentos básicos sobre máquinas de medir por coordenadas e geometria básica; conhecimentos
    intermediários de interpretação de tolerância geométrica. 

 

Conteúdo programático:

  • Introdução
  • Tolerâncias Geométricas
    • Contextualização – conceitos GPS
    • Tipos de desvios geométricos e Tolerâncias
    • Referências e sistemas de referências
    • Modificadores de tolerâncias geométricas
  • Fundamentos Teóricos Necessários
    • Tipos de ajustes matemáticos
    • Filtragem
  • Casos de Aplicação de Estratégias de Medição e de Avaliação de Tolerâncias Dimensionais e Geométricas
    • Apresentação de 20 casos práticos de medição em peças reais da indústria
    • Exercícios em sala de aula
    • Experimental nos laboratórios
      • Execução dos programas planejados na tridimensional.
      • Discussão de aspectos específicos de softwares
      • Análise dos resultados
      • Proposta de Melhorias
  • Aspectos Complementare

 

Carga horária: 24

Objetivo:
Capacitar os participantes para a análise critica da confiabilidade metrológica de resultados de medições realizadas em máquinas de medir por coordenadas (MMC), através da utilização de verificações simples, métodos estatísticos e da avaliação da incerteza de medição.

 

Pré-requisitos:

  • Conhecimentos intermediários sobre a tecnologia de medição por coordenadas, básicos de interpretação de tolerância geométrica e intermediários de utilização de maquinas de Medir por coordenadas para medição de tolerância geométrica.

 

Conteúdo programático:

  • Introdução à análise e validação de processos de medição por coordenadas
    • Por que realizar análises de Processos de Medição por Coordenadas?
    • A importância da validação de Processos de Medição por Coordenadas
    • Fatores de influência na medição por coordenadas (fatores dependentes da máquina, do ambiente, do operador e da peça) – importância relativa dos fatores para distintos tipos de medições
    • Calibração, verificação e ínterim-check
    • O MSA – Análise de Sistemas de Medição
    • O conceito de incerteza e sua aplicação na TMC
  • Qualificação e verificação de desempenho do apalpador
    • Recapitulação: Qualificação com esfera e qualificação para tarefas específicas (bloco padrão, anel)
    • Verificação de desempenho de apalpadores segundo 10360-2
    • Verificação de desempenho de apalpadores em modo “scanning” segundo 10360-4
    • Verificação de desempenho de cabeçotes indexadores segundo ISO 10360-5
    • Práticas de laboratório
  • Verificação de geometria da MMC
    • Recapitulação: Análise das 21 componentes de erros geométricos na TMC
    • Teste de avaliação de conformidade com a especificação do fabricante
    • Procedimento da ISO 10360–2
    • Interpretação de certificados
    • Teste de re-verificação
    • Avaliação de conformidade com outras normas
      • B89.4.1
      • VDI/VDE 2617
    • Práticas de laboratório
    • Práticas na sala
  • Ínterim-check e outras avaliações simplificadas pelo usuário
    • Usando artefatos unidimensionais (blocos padrão, padrões ecalonados ou barras de esferas)Usando artefatos bidimensionais (placas de furos e placas esferas)
    • Usando artefatos tridimensionais (tetraedro de esferas, cubo de esferas)
    • Usando peças calibradas
    • Comparação operacional e metrológica dos diferentes métodos
    • Práticas de laboratório
  • Testes de repetitividade e reprodutibilidade e outros estudos
    • Revisão:
      • Estudo de repetitividade e reprodutibilidade (R&R)
      • Estudo de repetitividade para sistemas de medição sem influência do operador (Re)
      • Estudo de Tendência (Td)
      • Avaliação do Cg/Cgk
    • Estudos de Caso:
      • Medição de tamanho (diâmetro, distância entre planos, distância entre eixos)
      • Medição de características de forma (circularidade)
      • Medição de características de orientação e localização (perpendicularidade, posição com referência a três planos, etc.)
  • Práticas de laboratório
  • Avaliação de incerteza de medição
  • Motivos para avaliação de incertezas de medição
    • Revisão:
      • Rastreabilidade, incerteza de medição
      • Dificuldades da avaliação da incerteza das medições em MMC
  • Breve descrição dos métodos existentes (coeficientes de sensibilidade, simulação, etc.)
  • Utilização de resultados de ensaios de verificação rápida (ínterim-checks e ISO 10360) para avaliação de incertezas em casos específicos
  • Método experimental de aval. de incerteza usando peças calibradas (ISO 15530-3).
  • Requisitos a serem atendidos pela calibração de peças
  • Considerações diversas para tolerâncias geométricas
  • Prática de laboratório
  • Estratégias para redução de erros na medição por coordenadas
  • Medição por Rebatimento
  • Medição por Substituição
  • Validação de Processos de Medição por Coordenadas
    • Fluxograma genérico
    • Estabelecimento de critérios de avaliação
    • Dicas de ações para melhorar o desempenho metrológico de processos de medição por coordenadas
  • Prática de laboratório
  • Prática na sala

 

Carga horária: 40h

Objetivo:
Possibilitar aos participantes o entendimento básico e essencial para o planejamento, definição de estratégias, preparação, programação, execução, avaliação e elaboração de documentação do processo de medição utilizando a Tecnologia de Medição por Coordenadas; permitir o entendimento do processo de medição de tolerâncias representadas com a linguagem padronizada de GD&T/GPS e sua avaliação utilizando a Tecnologia de Medição por Coordenadas.

 

Público-alvo:

  • Operadores e programadores de tridimensional;
  • Analistas e Engenheiros da Qualidade atuantes na medição por coordenadas;
  • Coordenadores, gerentes e responsáveis técnicos pelas medições com máquinas de medir por coordenadas

 

Pré-requisitos:

  • Conhecimentos básicos sobre máquinas de medir por coordenadas e geometria básica; conhecimentos intermediários de interpretação de tolerância geométrica.

 

Conteúdo programático:
TMC1 (20 h) – Tecnologia de Medição por Coordenadas

  • Introdução
  • A Medição por Coordenadas na Manufatura Atual
  • Aspectos Fundamentais e Avançados da Tecnologia de Medição por Coordenadas
    • Fundamentos da tecnologia
    • A tecnologia de medição por coordenadas
    • Acessórios para a medição por coordenadas
    • Recursos atuais dos softwares de medição por coordenadas
    • Perspectivas para a tecnologia de medição por coordenadas
  • Medindo com a Máquina de Medir por Coordenadas
    • Limpeza
    • Estabilização térmica
    • Inicialização das escalas
    • Qualificação dos apalpadores
    • Fixação da peça
    • Determinação do sistema coordenado inicial
    • Execução do programa de medição CNC
    • Interpretando o relatório de medição
  • A Confiabilidade Metrológica na Medição por Coordenadas
  • Fatores Perturbadores da Confiabilidade Metrológica
    • A máquina de medir
    • O ambiente de medição
    • Os operadores
    • A peça a medir
    • A estratégia de medição
  • Elaborando um Programa de Medição CNC
    • Medição CNC versus medição manual
    • Pré-requisitos
    • Planejamento da medição
    • Elaborando um programa de medição CNC
    • Validação de processos de medição por coordenadas
  • Ações Preventivas para a Garantia da Confiabilidade dos Processos de Medição por Coordenadas
    • Pré-requisitos para uma medição confiável
    • Manutenção preventiva e corretiva
    • Garantia da rastreabilidade nas medições
  • Parte Experimental
    • Execução de diversos programas de medição em tridimensional.
    • Análise dos resultados


TMC2 (20 h) – Avaliação de Tolerâncias Geométricas com Máquinas de Medir por Coordenadas

  • Introdução
  • Tolerâncias Geométricas
    • Contextualização – conceitos GPS
    • Tipos de desvios geométricos e Tolerâncias
    • Referências e sistemas de referências
    • Modificadores de tolerâncias geométricas
  • Fundamentos Teóricos Necessários
    • Tipos de ajustes matemáticos
    • Filtragem
  • Casos de Aplicação de Estratégias de Medição e de Avaliação de Tolerâncias Dimensionais e Geométricas
    • Apresentação de 20 casos práticos de medição em peças reais da indústria
    • Exercícios em sala de aula
    • Experimental nos laboratórios
      • Execução dos programas planejados na tridimensional.
      • Discussão de aspectos específicos de softwares
      • Análise dos resultados
      • Proposta de Melhorias
  • Aspectos Complementares


Carga horária: 40h

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